Brasil, 19 de Maio de 2012

Reunião sobre baleias termina em fracasso


A reunião, que teve início na segunda-feira, foi realizada a portas fechadas, sem a presença de sociedade civil ou mídia. A IWC não permitiu que ONGs se manifestassem durante o evento, até o fim da quinta-feira.

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O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, apresentou nesta quarta feira (24.03)  projeto para disciplinar a ocupação e a exploração da Amazônia. O Macrozoneamento Ecológico-Econômico divide a floresta em dez regiões, conforme o perfil.

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Fórum de biodiversidade detalha programação e objetivos do evento

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Os organizadores do primeiro Fórum de Biodiversidade das Américas detalharam a programação e os objetivos do evento, durante entrevista na Câmara, nesta quinta-feira. O fórum vai reunir órgãos públicos, ONGs e entidades da sociedade civil da América Latina em busca de soluções para os atuais problemas ambientais.

 

O evento será realizado de 5 a 9 de julho, em Brasília, e é promovido pela Rede Brasileira de Jardins Botânicos, com o apoio do Congresso Nacional, do Parlamento do Mercosul, da Unesco e do Ministério do Meio Ambiente, entre outros órgãos.

 

Ciência e comunidade

Segundo o diretor executivo do Jardim Botânico de Brasília, Jeanitto Gentilini, a expectativa é de que o fórum seja um catalisador de pequenas e grandes ideias aplicáveis ao dia a dia do cidadão.

 

"Intenção é fazer uma comunicação muito intensa entre o setor científico, porque há questões específicas a serem abordadas, como, por exemplo, a revisão da meta da rede de jardins botânicos brasileiros, mas com uma preocupação muito grande de que a gente não perca a interface com a comunidade", explica Gantilini.

 

"Na verdade, a gente estruturou o evento em quatro pilares: preservação, pesquisa, educação ambiental e cultura, exatamente para reforçar a ideia da diversidade de culturas que o tema aborda", acrescenta.

 

Ano da biodiversidade

2010 é o ano internacional da biodiversidade e o evento também pretende fazer uma convocação direta a cada indivíduo para viabilizar soluções ambientais. Para isso, o fórum lançou a campanha "O que você faz pelo planeta?".

 

O interessado já pode usar o e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. para enviar projetos ou informações sobre ações concretas relativas, por exemplo, à educação ambiental, à recuperação de áreas devastadas e ao reaproveitamento de lixo. As sugestões poderão fazer parte do "guia da sustentabilidade", que será distribuído nos povoados, municípios e metrópoles latinoamericanas.

 

Foco no indivíduo

A secretária de cidadania ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Crespo, disse que o foco do fórum é o indivíduo. "É começar a trabalhar com os cidadãos brasileiros, com os lares brasileiros e com os indivíduos. "O que você faz pelo planeta?" é um chamamento muito direto."

 

"E é bem possível que nós não só tenhamos uma mobilização virtuosa, mas nos surpreendamos com a quantidade de iniciativas que hoje existem na sociedade brasileira e que, às vezes, não são valorizadas", avalia.

 

Código florestal

O presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul, deputado José Paulo Tóffano (PV-SP), também acredita que o fórum vai repercutir nas atuais discussões da Câmara sobre possíveis alterações no Código Florestal.

 

"Nós queremos um código florestal, não um código rural ou do agronegócio. São eventos desse porte e desse nível que vão sensibilizar as pessoas que, por sua vez, sensibilizam os parlamentares, como aconteceu recentemente com o Projeto Ficha Limpa, quando houve uma pressão muito grande da sociedade e uma comoção que fez com que muito parlamentares viessem a rever o seu posicionamento", diz Tóffano.

 

Assim como o Parlamento do Mercosul, o Mercado Comum do Caribe (Caricom) também vai participar do Fórum de Biodiversidade das Américas. Uma das linhas de atuação do evento é a ajuda prioritária a países com graves sequelas ambientais, como o Haiti, recentemente devastado por um terremoto.


 
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Foco no indivíduo

A secretária de cidadania ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Crespo, disse que o foco do fórum é o indivíduo. "É começar a trabalhar com os cidadãos brasileiros, com os lares brasileiros e com os indivíduos. "O que você faz pelo planeta?" é um chamamento muito direto."

 

"E é bem possível que nós não só tenhamos uma mobilização virtuosa, mas nos surpreendamos com a quantidade de iniciativas que hoje existem na sociedade brasileira e que, às vezes, não são valorizadas", avalia.

 

Código florestal

O presidente da representação brasileira no Parlamento do Mercosul, deputado José Paulo Tóffano (PV-SP), também acredita que o fórum vai repercutir nas atuais discussões da Câmara sobre possíveis alterações no Código Florestal.

 

"Nós queremos um código florestal, não um código rural ou do agronegócio. São eventos desse porte e desse nível que vão sensibilizar as pessoas que, por sua vez, sensibilizam os parlamentares, como aconteceu recentemente com o Projeto Ficha Limpa, quando houve uma pressão muito grande da sociedade e uma comoção que fez com que muito parlamentares viessem a rever o seu posicionamento", diz Tóffano.

 

Assim como o Parlamento do Mercosul, o Mercado Comum do Caribe (Caricom) também vai participar do Fórum de Biodiversidade das Américas. Uma das linhas de atuação do evento é a ajuda prioritária a países com graves sequelas ambientais, como o Haiti, recentemente devastado por um terremoto.


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